
Espio-me todos os dias,
não em espelhos
que se partem a cada olhar…
… mas sim nos quelhos
do meu corpo e do teu…
atração sem cobardias,
uma loucura de esbrasear
os sentidos.
Bafo palavras cálidas
para o papel,
entre doces gemidos
e pinceladas de mel…
… gotas de cera que derretes
pouco
a
pouco
com o teu calor no meu calabouço.
Escrevo-te em linhas breves
Descabidas…
Insensatez
Leves…
Rascunho-te sem medidas,
e sem porquês.
Isto é poesia!...
Amar-te
sem tino…
… descrever-te e pontuar-te
neste nosso amor clandestino.
©
Alexandra Sousa
Muito bom mesmo Alexandra Sousa! Não deixa de se ultrapassar a si própria! Estou a falar muito a sério! Se não vier a publicar, perder-se-à um valôr futuro da Nossa poesia! Pelo simples facto de não se dar a conhecer! Acredite que o que escreve tem real valôr! E com o tempo ainda se superará! Parabéns! Luis.
ResponderEliminarComo seu admirador virtual e seguidor, depois de ter lido o seu mais recente poema pergunto-lhe: Onde? Quando? Quem a inspira assim tanto? Adoro ler os seus poemas. São magníficos. Continue escrevendo tão belo mas prometa-me que um dia destes a Alexandra irá publicar um livro contendo todos estes lindos poemas. Farei questão de ser o primeiro a pedir-lhe um autografo e prometo-lhe que lá estarei em primeira fila . Obrigada. Beijinhos virtuais. P.S
ResponderEliminar:) Adoro,como sempre, amiga! um poema erguido, aceso e mágico...! :):)
ResponderEliminarLamento, ó P.S, mas serás talvez o segundo ou terceiro a pedir um autógrafo à Poeta!:) MG