de mão em mão,
na mão-terminal,
a puta triste canta;
na casualidade do engano
é brinquedo de lágrimas que implodem
no sorriso palhaço que lhe virginda o
ventre -
arranca estames e carpelos do ovário com a boca;
arranca estames e carpelos do ovário com a boca;
sopra pétalas que caem vacilantes num
chão que é céu;
e beija a que, no final, restou imaculada
de branco
^ ^
^
« b » « o » ^
« o» « e » « t » « o»
« t » « n » « i » « t »
« i » « d » « d » « i »
« d » « i » « l » « d »
« l » «
t» « a » « n »
« a» «o» «m» « e »
« m * amor * « b»
* amor *
u
m
*
r
a
s
g
o
*
d
e
*
v
i
d
a
*
p
a
r
a
esquecer
a morte
M.G.
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